Mostra de SP 2020 | Com filmes de Cannes, Toronto e Veneza, confira como funciona a 44ª edição do evento

Devido a pandemia do coronavírus, uma série de eventos do mundo do cinema tiveram que ser cancelados, reformulados e reinventados para que sua execução fosse possível em meio à crise vivida atualmente. O que ocorreu com grandes festivais esse ano como o Festival de Toronto e o Festival de Nova York, também foi adaptado pelo maior festival de cinema do brasil a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo (Mostra de SP). 

No dia 10 de outubro, ocorreu a primeira coletiva de imprensa do evento, apresentando à imprensa, ao público e aos amantes da sétima arte como funcionará a 44ª edição do evento, que este ano recebe quase 200 filmes de 71 países. 

Com exibições online e também no cinema drive-in da cidade, a Mostra SP ocorrerá entre os dias 22 de outubro a 4 de novembro. Mesmo com a liberação da abertura dos cinemas na cidade de São Paulo tendo sido autorizada na última sexta-feira (09/10), a opção do festival foi a de permanecer nos moldes escolhidos pelos eventos executados durante a pandemia. 

A seleção de filmes foi divulgada na manhã de sábado (10) com grandes destaques de filmes que figuraram nos maiores festivais de cinema. O iraniano There Is No Evil, de Mohammad Rasoulof, vencedor do Urso de Ouro em Berlim; o canadense Beans (imagem), de Tracey Deer que foi exibido no Festival de Vancouver e venceu o terceiro lugar no Festival de Toronto; o ítalo-belga Miss Marx, de Susanna Nicchiarellique esteve na seleção do Festival de Veneza; Casa de Antiguidades, de João Paulo Miranda Maria, coprodução brasileira que esteve na seleção oficial dos festivais de Cannes, Toronto, Nova York, Londres e Chicago, dentre outros. 

Os filmes poderão ser vistos através da plataforma de streaming feita especialmente para a Mostra SP, a Mostra Play. Por meio dela, os filmes podem ser comprados por R$6,00 cada. A Festival Scope/Shift72, responsável também pelos festivais de Toronto e Tribecaalém do mercado de Cannes, é a empresa desenvolvedora do serviço. A compra deve ser feita a partir do site mostra.org. e mesmo sendo online, é necessário se programar para conseguir acessar os filmes, já que cada filme terá limite de 2.000 views. Com exceção do filme de abertura que terá somente 1.000. 

Quinze filmes também poderão ser vistos gratuitamente na plataforma Spcine Play, da empresa de cinema da prefeitura de São Paulo. Outras quinze serão exibidas de graça na plataforma de cinema do Sesc-SP. 

Além disso também haverá as exibições presenciais para aqueles que residem em São Paulo. No formato drive-in, os filmes terão sessões no Belas Artes Drive-in (no pátio do Memorial da América Latina) e no Cinesesc Drive-in (na unidade Sesc Parque Dom Pedro II). 

Presencialmente, a abertura do evento acontecerá no Belas Artes, às 19h30 do dia 22, e exibirá o longa Nova Ordem, do mexicano Michel Franco, que levou o Grande Prêmio do Júri no Festival de Veneza. O filme também ficará disponível por 24 horas na Mostra Play. 

O Prêmio Humanidade foi concedido ao corpo de funcionários da Cinemateca Brasileira, maior acervo audiovisual da América Latina. Durante todo o ano de 2020, a instituição vem enfrentando uma grave crise financeira que ameaça empregos e a qualidade dos materiais ali conservados. Em 2019, o Prêmio Humanidade foi entregue ao cineasta Elia Suleiman (O Paraíso Deve Ser Aqui).

A Mostra ainda terá ainda lives e participações gravadas de diretores, além de um curso on-line com o diretor Ruy Guerra, recém-premiado no Festival de Gramado, em parceria com o historiador Adilson Mendes. A programação conta com 198 filmes, vindos de 71 países, que serão apresentados nas seções Perspectiva Internacional, Competição Novos Diretores, Mostra Brasil e Apresentação Especial. 

O mexicano New Order abre a 44ª edição da Mostra de SP

Confira abaixo a lista completa dos filmes que serão exibidos na Mostra SP: 

FILME DE ABERTURA

Nova Ordem / New Order, de Michel Franco (MÉXICO)


PERSPECTIVA INTERNACIONAL 

499, de Rodrigo Reyes (EUA, MÉXICO) 

1986, de Lothar Herzog (ALEMANHA, BELARUS) 

A ARTE DE DERRUBAR /THE ART OF FALLISM, de Aslaug Aarsæther e Gunnbjørg Gunnarsdottir (NORUEGA, ÁFRICA DO SUL) 

A DEUSA DOS VAGALUMES / GODDESS OF THE FIREFLIES, de Anaïs Barbeau-Lavalette (CANADÁ) 

A HERDADE / THE DOMAIN, de Tiago Guedes (PORTUGAL, FRANÇA) 

A PASTORA E AS SETE CANÇÕES / THE SHEPHERDESS AND THE SEVEN SONGS, de Pushpendra Singh (ÍNDIA) 

A SAÍDA DOS TRENS / THE EXIT OF THE TRAINS, de Radu Jude e Adrian Cioflâncă (ROMÊNIA) 

ANERCA, RESPIRAÇÃO DA VIDA / ANERCA, BREATH OF LIFE, de Markku Lehmuskallio e Johannes Lehmuskallio (FINLÂNDIA) 

AO ENTARDECER / IN THE DUSK, de Sharunas Bartas (LITUÂNIA, FRANÇA, REPÚBLICA TCHECA, SÉRVIA, PORTUGAL, LETÔNIA) 

ARAÑA / SPIDER, de Andrés Wood (CHILE, ARGENTINA, BRASIL) 

AS VEIAS DO MUNDO / VEINS OF THE WORLD, de Byambasuren Davaa (ALEMANHA, MONGÓLIA) 

ASSIM DESSE JEITO / JUST LIKE THAT, de Kislay (ÍNDIA) 

BEANS, de Tracey Deer (CANADÁ) 

BERLIN ALEXANDERPLATZ, de Burhan Qurbani (ALEMANHA, HOLANDA) 

CICLO SOLITÁRIO / SINGLE CYCLE, de Qi Zhang (CHINA) 

CORRENDO PARA O CÉU / RUNNING TO THE SKY, de Mirlan Abdykalykov (QUIRGUISTÃO) 

CORVOS / CROWS, de Naghi Nemati (IRÃ, CANADÁ) 

COZINHAR F*DER MATAR / COOK F**K KILL, de Mira Fornay (REPÚBLICA TCHECA, ESLOVÁQUIA) 

CRIANÇAS DO SOL / SUN CHILDREN, de Majid Majidi (IRÃ) 

DAU. DEGENERAÇÃO / DAU. DEGENERATION, de Ilya Khrzhanovsky e Jekaterina Oertel (ALEMANHA, UCRÂNIA, REINO UNIDO) 

DAU. NATASHA / DAU. NATASHA, de Ilya Khrzhanovsky e Jekaterina Oertel (ALEMANHA, UCRÂNIA, REINO UNIDO) 

DIAS / DAYS, de Tsai Ming-Liang (TAIWAN) 

ENTRE MORTES / IN BETWEEN DYING, de Hilal Baydarov (AZERBAIJÃO, MÉXICO, EUA) 

ENTRE O CÉU E A TERRA / BETWEEN HEAVEN AND EARTH, de Najwa Najjar (PALESTINA, LUXEMBURGO, ISLÂNDIA) 

ESTAVA CHOVENDO PÁSSAROS / AND THE BIRDS RAINED DOWN, de Louise Archambault (CANADÁ) 

FEVEREIRO / FEBRUARY, de Kamen Kalev (BULGÁRIA, FRANÇA) 

GATO NA PAREDE / CAT IN THE WALL, de Mina Mileva e Vesela Kazakova (BULGÁRIA, REINO UNIDO, FRANÇA) 

GÊNERO, PAN / LAHI, HAYOP, de Lav Diaz (FILIPINAS) 

GUERRA, de José Oliveira e Marta Ramos (PORTUGAL) 

IMPEDIMENTO EM CARTUM / KHARTOUM OFFSIDE, de Marwa Zein (SUDÃO, NORUEGA, DINAMARCA) 

IRMÃS SEPARADAS / SISTERS APART, de Daphne Charizani (ALEMANHA, GRÉCIA) 

ISSO NÃO É UM ENTERRO, É UMA RESSURREIÇÃO / THIS IS NOT A BURIAL, IT`S A RESURRECTION, de Lemohang Jeremiah Mosese (LESOTO, ÁFRICA DO SUL, ITÁLIA) 

JANTAR NA AMÉRICA / DINNER IN AMERICA, de Adam Rehmeier (EUA) 

KUBRICK POR KUBRICK / KUBRICK BY KUBRICK, de Grégory Monro (FRANÇA) 

MÃES DE VERDADE / TRUE MOTHERS, de Naomi Kawase (JAPÃO) 

MALMKROG, de Cristi Puiu (ROMÊNIA, SÉRVIA, SUÍÇA, SUÉCIA, BÓSNIA-HERZEGOVINA, MACEDÔNIA DO NORTE) 

MEU REMBRANDT / MY REMBRANDT, de Oeke Hoogendijk (HOLANDA) 

MINHA INCRÍVEL WANDA / MY WONDEFUL WANDA, de Bettina Oberli (SUÍÇA) 

MINHA IRMÃ / MY LITTLE SISTER, de Stéphanie Chuat e Véronique Reymond (SUÍÇA) 

MISS MARX, de Susanna Nicchiarelli (ITÁLIA, BÉLGICA) 

MURMÚRIO / MURMUR, de Heather Young (CANADÁ) 

NADANDO ATÉ O MAR SE TORNAR AZUL / SWIMMING OUT TILL THE SEA TURNS BLUE, de Jia Zhangke (CHINA) 

NADIA, BORBOLETA / NADIA, BUTTERFLY, de Pascal Plante (CANADÁ) 

NÃO HÁ MAL ALGUM / THERE IS NO EVIL, de Mohammad Rasoulof (IRÃ, ALEMANHA, REPÚBLICA TCHECA) 

NARIZ SANGRANDO, BOLSOS VAZIOS / BLOODY NOSE EMPTY POCKETS, de Bill Ross IV e Turner Ross (EUA) 

NIMBY, de Teemu Nikki (FINLÂNDIA) 

NOSSA SENHORA DO NILO / OUR LADY OF THE NILE, de Atiq Rahimi (FRANÇA, BÉLGICA, RUANDA) 

NOTTURNO, de Gianfranco Rosi (ITÁLIA, FRANÇA, ALEMANHA) 

NÚMEROS / NUMBERS, de Oleg Sentsov e Akhtem Seitablaev (UCRÂNIA, POLÔNIA, REPÚBLICA TCHECA, FRANÇA) 

O ANO DA MORTE DE RICARDO REIS / THE YEAR OF THE DEATH OF RICARDO REIS, de João Botelho (PORTUGAL) 

O CAMINHO PARA MOSCOU / ONE WAY TO MOSCOW, de Micha Lewinsky (SUÍÇA) 

O CHARLATÃO / CHARLATAN, de Agnieszka Holland (REPÚBLICA TCHECA) 

O CLUBE VINLAND / THE VINLAND CLUB, de Benoit Pilon (CANADÁ) 

O DESPERTAR DE FANNY LYE / FANNY LYE DELIVER`D, de Thomas Clay (REINO UNIDO, ALEMANHA) 

O NEON ATRAVÉS DO OCEANO / THE NEON ACROSS THE OCEAN, de Matthew Victor Pastor (FILIPINAS, AUSTRÁLIA) 

O PARAÍSO DA SERPENTE/ SERPENT`S PARADISE, de Bernardo Arellano (ITÁLIA, MÉXICO, EUA) 

O SÉCULO 20 / THE TWENTIETH CENTURY, de Matthew Rankin (CANADÁ) 

O ÚLTIMO BANHO / THE LAST BATH, de David Bonneville (FRANÇA, PORTUGAL) 

OLLIVER HAWK, O HIPNOTIZADOR / OLLIVER HAWK, THE HYPNOTIST, de Arthur Franck (FINLÂNDIA) 

ORDEM MORAL / MORAL ORDER, de Mário Barroso (PORTUGAL) 

PAI / FATHER, de Srdan Golubović (SÉRVIA) 

PAISAGEM NA SOMBRA / SHADOW COUNTRY, de Bohdan Sláma (REPÚBLICA TCHECA) 

POPPIE NONGENA / POPPIE NONGENA, de Christiaan Olwagen (ÁFRICA DO SUL) 

PRAZER, CAMARADAS! / A PLEASURE, COMRADES!, de José Filipe Costa (PORTUGAL) 

QUANDO A LUA ESTAVA CHEIA / WHEN THE MOON WAS FULL, de Narges Abyar (IRÃ) 

QUANDO ANOITECE / THE EVENING HOUR, de Braden King (EUA) 

ROSE INTERPRETA JULIE / ROSE PLAYS JULIE, de Joe Lawlor e Christine Molloy (IRLANDA, REINO UNIDO) 

SEM CABEÇA / HEADLESS, de Kaveh Sajjadi Hosseini (IRÃ) 

SEM SOM / SOUNDLESS, de Behrang Dezfoulizadeh (IRÃ) 

SEM VOZ / THE VOICELESS, de Pascal Rabaté (FRANÇA) 

SHIRLEY / SHIRLEY, de Josephine Decker (EUA) 

SIBÉRIA / SIBERIA, de Abel Ferrara (ITÁLIA, ALEMANHA, MÉXICO) 

SOROS / SOROS, de Jesse Dylan (EUA) 

SPORTIN` LIFE / SPORTIN` LIFE, de Abel Ferrara (FRANÇA) 

STARDUST, de Gabriel Range (REINO UNIDO) 

UIVOS SÃO OUVIDOS / THE HOWLS, de Julio Hernández Cordón (MÉXICO) 

UM CRIME COMUM / A COMMON CRIME, de Francisco Márquez (ARGENTINA, BRASIL, SUÍÇA) 

VENCIDOS DA VIDA / VENCIDOS DA VIDA, de Rodrigo Areias (PORTUGAL) 

VIVOS, de Ai Weiwei (ALEMANHA, MÉXICO) 

WALDEN, de Bojena Horackova (FRANÇA, LITUÂNIA) 

WELCOME TO CHECHNYA, de David France (EUA) 

WINONA, de Alexandros Voulgaris (GRÉCIA) 


COMPETIÇÃO NOVOS DIRETORES 

17 QUADRAS  / 17 BLOCKS, de Davy Rothbart (EUA) 

9,75, de Uluç Bayraktar (TURQUIA) 

A MARINA / LA MARINA, de Étienne Galloy e Christophe Levac (CANADÁ) 

A MORTE DO CINEMA E DO MEU PAI TAMBÉM/ THE DEATH OF CINEMA AND MY FATHER TOO, de Dani Rosenberg (ISRAEL) 

A TERRA É AZUL COMO UMA LARANJA / THE EARTH IS BLUE AS AN ORANGE, de Iryna Tsilyk (UCRÂNIA, LITUÂNIA) 

A VIDA NA ESTRADA / LIFE ON THE ROAD, de Sidra Rezwan, Salwa Soleiman Sedo, Ekhlas Heydar Samubud e Adnan Faroq (IRAQUE) 

AL-SHAFAQ – QUANDO O CÉU SE DIVIDE / AL-SHAFAQ – WHEN HEAVEN DIVIDES, de Esen Isik (SUÍÇA) 

ANIMA, de Reza Golchin (IRÃ) 

ANIMAIS NUS / NAKED ANIMALS, de Melanie Waelde (ALEMANHA) 

APENAS MORTAIS / BEING MORTAL, de Liu Ze (CHINA) 

ASSIM COMO ACIMA, ABAIXO / AS ABOVE, SO BELOW, de Sarah Fancis (LÍBANO) 

CALAZAR / KALA AZAR, de Janis Rafa (HOLANDA, GRÉCIA) 

CAMINHANDO CONTRA O VENTO / STRIDING INTO THE WIND, de Shujun Wei (CHINA) 

CANDANGO: MEMÓRIAS DO FESTIVAL, de Lino Meireles (BRASIL) 

CASA DE ANTIGUIDADES, de João Paulo Miranda Maria (BRASIL, FRANÇA) 

CASULO / COCOON, de Leonie Krippendorff (ALEMANHA) 

CAVALEIRO DE VERÃO / SUMMER KNIGHT, de Xing You (CHINA) 

CHICO REI ENTRE NÓS, de Joyce Prado (BRASIL) 

CHICO VENTANA QUERIA TER UM SUBMARINO / CHICO VENTANA TAMBIÉN QUISIERA TENER UN SUBMARINO, de Alex Piperno (URUGUAI, ARGENTINA, BRASIL, HOLANDA, FILIPINAS) 

CICLO SOLITÁRIO / SINGLE CYCLE, de Qi Zhang (CHINA) 

COLÔMBIA ERA NOSSA / COLOMBIA IN MY ARMS, de Jenni Kivistö e Jussi Rastas (FINLÂNDIA, DINAMARCA, SUÉCIA, FRANÇA) 

CONTOS DA PRISÃO / TALES FROM THE PRISON CELL, de Abel Visky (HUNGRIA, CROÁCIA, REINO UNIDO) 

CURRAL, de Marcelo Brennand (BRASIL) 

DE VOLTA A VISEGRAD / BACK TO VISEGRAD, de Antoine Jaccoud e Julie Biro (SUÍÇA) 

DE VOLTA PARA CASA – MARINA ABRAMOVIC E SEUS FILHOS / HOMECOMING – MARINA ABRAMOVIC AND HER CHILDREN, de Boris Miljkovic (SÉRVIA) 

DENTE POR DENTE, de Julio Taubkin e Pedro Arantes (BRASIL) 

DESENTERRAR / DIGGER, de Georgis Grigorakis (GRÉCIA, FRANÇA) 

DEZESSEIS PRIMAVERAS / SPRING BLOSSOM, de Suzanne Lindon (FRANÇA) 

EEB ALLAY OOO!, de Prateek Vats (ÍNDIA) 

EM MEUS SONHOS / IN MY DREAM, de Murat Çeri (TURQUIA) 

ENTRE CÃO E LOBO / BETWEEN DOG AND WOLF, de Irene Gutiérrez (ESPANHA, CUBA) 

EQUINÓCIO / EQUINOX, de Lena Knauss (ALEMANHA) 

ESPACATE / SPAGAT, de Christian Johannes Koch (SUÍÇA) 

ESTE É MEU DESEJO / EYIMOFE (THIS IS MY DESIRE), de Arie Esiri e Chuko Esiri (NIGÉRIA)   

EXTASE, de Moara Passoni (BRASIL, EUA) 

EXÍLIO / EXILE, de Visar Morina (ALEMANHA, BÉLGICA, KOSOVO) 

FAREWELL AMOR, de Ekwa Msangi (EUA) 

FEELS GOOD MAN, de Arthur Jones (EUA) 

FILHO DE BOI, de Haroldo Borges (BRASIL) 

FÁBULAS RUINS / BAD TALES, de Fabio & Damiano D`Innocenzo (ITÁLIA, SUÍÇA) 

GATILHO / TRIGGER, de Pavel Ganin (RÚSSIA) 

HAVEL, de Slávek Horák (REPÚBLICA TCHECA) 

IRMÃ, de Luciana Mazeto e Vinícius Lopes (BRASIL) 

JOSEP, de Aurélien Froment (ESPANHA, BÉLGICA, FRANÇA) 

KAIRÓS, de Nicolás Buenaventura Vidal (FRANÇA, COLÔMBIA) 

LA FRANCISCA, UMA JUVENTUDE CHILENA / LA FRANCISCA, A CHILEAN YOUTH, de Rodrigo Litorriaga (CHILE, FRANÇA, BÉLGICA) 

LABIRINTO YO`EME / LABERINTO YO`EME, de Sergi Pedro Ros (MÉXICO, ESPANHA) 

LIMIAR / THRESHOLD, de Rouzbeh Akhbari e Felix Kalmenson (CANADÁ, ARMÊNIA, TURQUIA) 

LORELEI, de Sabrina Doyle (EUA) 

LUA VERMELHA / RED MOON TIDE, de Lois Patiño (ESPANHA) 

LUXOR, de Zeina Durra (EGITO, REINO UNIDO) 

MAMÃE, MAMÃE, MAMÃE / MUM, MUM, MUM, de Sol Berruezo Pichon-Rivière (ARGENTINA) 

MAR DE DENTRO, de Dainara Toffoli (BRASIL) 

MATE-O E DEIXE ESTA CIDADE / KILL IT AND LEAVE THIS TOWN, de Mariusz Wilczyński (POLÔNIA) 

MATRIARCA / MATER, de Jure Pavlovic (CROÁCIA, SÉRVIA, FRANÇA, BOSNIA-HERZEGOVINA) 

MEU CORAÇÃO SÓ IRÁ BATER SE VOCÊ PEDIR / MY HEART CAN`T BEAT UNLESS YOU TELL IT TO, de Jonathan Cuartas (EUA) 

MOSQUITO, de Nuno Pinto (PORTUGAL, BRASIL, FRANÇA) 

MULHER OCEANO, de Djin Sganzerla (BRASIL, JAPÃO) 

MÃE DE ALUGUEL / THE SURROGATE, de Jeremy Hersh (EUA) 

NEM HERÓI NEM TRAIDOR / NEITHER HERO NOR TRAITOR, de Nicolás Savignone (ARGENTINA) 

O LIVRO DOS PRAZERES, de Marcela Lordy (BRASIL, ARGENTINA) 

O NARIZ OU A CONSPIRAÇÃO DOS DISSIDENTES / NOS ILI ZAGOVOR NETAKIKH, de Andrey Khrzhanovsky (RÚSSIA) 

O NOME ENCRAVADO EM SEU CORAÇÃO / THE NAME ENGRAVED IN YOUR HEART, de Kuang-Hui LIU (TAIWAN) 

O PEQUENO REFUGIADO / THE LITTLE REFUGEE, de Batin Ghobadi (TURQUIA, IRÃ) 

O PERGAMINHO VERMELHO, de Nelson Botter Jr. (BRASIL) 

O PROBLEMA DE NASCER / THE TROUBLE WITH BEING BORN, de Sandra Wollner (ÁUSTRIA, ALEMANHA) 

O SANTO DO IMPOSSÍVEL / THE SAINT OF THE IMPOSSIBLE, de Marc Raymond Wilkins (SUÍÇA) 

O TREMOR / THE TREMOR, de Balaji Vembu Chelli (ÍNDIA) 

OS NOMES DAS FLORES / THE NAMES OF THE FLOWERS, de Bahman Tavoosi (BOLÍVIA, CANADÁ, EUA, CATAR) 

PANQUIACO, de Ana Elena Tejera (PANAMÁ) 

PARI, de Siamak Etemadi (GRÉCIA, FRANÇA, HOLANDA, BULGÁRIA) 

PIEDRA SOLA, de Alejandro Telémaco Tarraf (ARGENTINA, MÉXICO, CATAR, REINO UNIDO) 

PILATOS / PILATE, de Linda Dombrovszky (HUNGRIA) 

PROBLEMAS COM A NATUREZA / THE TROUBLE WITH NATURE, de Illum Jacobi (DINAMARCA, FRANÇA) 

REBELDES DE VERÃO / SUMMER REBELS, de Martina Saková (ALEMANHA, ESLOVÁQUIA) 

SAMBA DE SANTO – RESISTÊNCIA AFRO-BAIANA, de Betão Aguiar (BRASIL) 

SANGUINETTI, de Christian Diaz Pardo (MÉXICO, CHILE) 

SEM RESSENTIMENTOS / NO HARD FEELINGS, de Faraz Shariat (ALEMANHA) 

SILÊNCIO E PÔR DO SOL / SILENCE AND SUNSET, de Kazufumi Umemura (JAPÃO) 

SOLO / SOIL, de Sevgi Hirschhäuser (ALEMANHA, TURQUIA) 

SUMMERTIME, de Carlos López Estrada (EUA) 

SUOR / SWEAT, de Magnus von Horn (POLÔNIA, SUÉCIA) 

TENTEHAR – ARQUITETURA DO SENSÍVEL, de Paloma Rocha (BRASIL) 

UMA MÁQUINA PARA HABITAR / A MACHINE TO LIVE IN, de Yoni Goldstein e Meredith Zielke (EUA) 

VALENTINA, de Cássio Pereira dos Santos (BRASIL) 

VERÃO BRANCO / SUMMER WHITE, de Rodrigo Ruiz Patterson (MÉXICO) 

XEQUE MATE, de Bruna Piantino (BRASIL, URUGUAI) 

ZANKA CONTACT, de Ismaël El Iraki (FRANÇA, MARROCOS, BÉLGICA) 


MOSTRA BRASIL 

#EAGORAOQUE, de Jean-Claude Bernardet e Rubens Rewald 

ANA. SEM TÍTULO, de Lucia Murat 

AS ÓRBITAS DA ÁGUA, de Frederico Machado 

CIDADE PÁSSARO, de Matias Mariani 

CRACOLÂNDIA, de Edu Felistoque 

ENTRE NÓS, UM SEGREDO, de Beatriz Seigner e Toumani Kouyaté 

GLAUBER, CLARO, de César Meneghetti 

LAMAÇAL, de Franco Verdoia 

LUZ ACESA, de Guilherme Coelho 

NAS ASAS DA PAN AM, de Silvio Tendler 

NHEENGATU, de José Barahona 

O LODO, de Helvécio Ratton 

SOBRADINHO, de Marília Hughes e Cláudio Marques 

TODAS AS MELODIAS, de Marco Abujamra 

UM DIA COM JERUSA, de Viviane Ferreira 

VERLUST, de Esmir Filho 


APRESENTAÇÃO ESPECIAL 

A VISITA / LAI FANG, de Jia Zhangke (CHINA) 

CORONATION, de Ai Weiwei (CHINA) 

ESCONDIDA / HIDDEN, de Jafar Panahi (FRANÇA) 

LA PLANTA, de Beto Brant (BRASIL) 

O ADIVINHADOR / STUMP THE GUESSER, de Evan Johnson, Galen Johnson, Guy Maddin (CANADÁ) 

OS CAÇADORES DE COELHOS / THE RABBIT HUNTERS, de Evan Johnson, Galen Johnson e Guy Maddin (CANADÁ) 

UMA NOITE NA ÓPERA / A NIGHT AT THE OPERA, de Sergei Loznitsa (FRANÇA) 

 PRÊMIO LEON CAKOFF – SARA SILVEIRA 

TODOS OS MORTOS, de Marco Dutra e Caetano Gotardo (BRASIL, FRANÇA) 

 PRÊMIO HUMANIDADE – FREDERICK WISEMAN 

CITY HALL, de Frederick Wiseman (EUA) 

 UM OLHAR SOBRE FERNANDO CONI CAMPOS  

LADRÕES DE CINEMA, de Fernando Coni Campos (BRASIL) 

MÁGICO E O DELEGADO, de Fernando Coni Campos (BRASIL) 

VIAGEM AO FIM DO MUNDO, de Fernando Coni Campos (BRASIL) 

Acompanhe aqui a cobertura da Mostra SP feita pelo Quarta Parede POP 

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Juliana Oliveira

Estudante de psicologia e fascinada pelo audiovisual. Acredita que o cinema seja uma arte de teor político que dá voz a quem não é ouvido. Gosta de conhecer novas culturas e acredita que o cinema seja a melhor forma para isso, expandindo assim a visão de mundo dentro se sua limitada realidade.