Festival de Chicago 2020 | Confira a programação completa da 56ª edição, com cobertura do Quarta Parede POP

Comemorando sua 56ª edição, o Festival Internacional de Cinema de Chicago (Chicago International Film Festival) é o festival de cinema competitivo mais antigo da América do Norte. Apresentando o melhor no mercado internacional e filmes independentes de todo o mundo, a 56ª edição será virtual e apresentará mais de 50 longas e nove curtas-metragens de todo o mundo, reunindo o público por meio de exibições virtuais, eventos ao vivo de apenas uma noite, eventos de homenagem virtual com diretores e atores, bem como encontros estilo cineclubes para o público.

De dramas e thrillers a documentários e comédias, o Festival apresenta uma vasta diversidade de ofertas, incluindo várias categorias competitivas e vários programas de destaque, como: Perspectivas Negras (Black Perspectives), Cinema das Américas (Cinemas of the Americas), Comédia Internacional (International Comedy), Mulheres no Cinema (Women in Cinema), Fora de Foco (Out-Look),  Sombrio (After Dark) e o programa Cidade e Estado (City & State) exibindo filmes feitos em Chicago e em todo Illinois.

Histórico

A organização cultural Cinema/Chicago responsável pelo Festival Internacional de Cinema de Chicago, é uma organização cultural e educacional sem fins lucrativos dedicada a promover uma melhor comunicação entre pessoas de diversas culturas por meio da arte do cinema e da imagem em movimento. Atendemos a cidadania diversificada e carente de Chicago, fornecendo acesso a um cinema de classe mundial.

Desde 1964, iniciada pelo cineasta e artista gráfico Michael Kutza, com o intuito de fornecer uma alternativa aos filmes comerciais de Hollywood que dominavam os cinemas da cidade, o Festival de Chicago busca o melhor do cinema internacional, abrindo janelas para um mundo do cinema anteriormente ou não disponível em Chicago. Além disso, em mais da metade das exibições a cada ano, os espectadores têm a rara e emocionante chance de conhecer diretores, produtores, escritores e membros do elenco que apresentam seus filmes e realizam sessões de discussão após as exibições.

Novo Formato

Ocorrendo em um formato diferente este ano devido a pandemia do coronavírus, o festival terá exibições virtuais e drive-in, o 56º Chicago International Film Festival acontecerá de quarta-feira, 14 de outubro a domingo, 25 de outubro de 2020, com uma lista completa de mais de 50 longas e nove curtas-metragens e este ano contará com a cobertura completa do Quarta Parede POP.

Antonio Pitanga em “Casa de Antiguidades” (2020), uma das atrações do Festival da Chicago

Honras e homenagens

Kate Winslet, indicada ao Oscar por sete vezes, vencedora de Melhor Atriz por The Reader, receberá o prêmio Career Achievement Award em um tributo a ser exibido em conjunto com a estreia de Ammonite em ChiTown no Festival em Chicago. Nativa de Highland Park e estrela de The Marvelous Mrs. Maisel da Amazon, Rachel Brosnahan aparecerá em uma conversa virtual transmitida ao vivo durante An Evening with Rachel Brosnahan, em conjunto com a estreia de I’m Your Woman em Chicago em 21 de outubro. E o cineasta italiano indicado ao Oscar Gianfranco Rosi (Fogo no Mar) receberá o Prêmio de Realização Artística do Festival juntamente com a estreia em Chicago de seu novo documentário Notturno, filmado nas fronteiras dilaceradas pela guerra entre a Síria, Iraque, Curdistão e Líbano

Confira abaixo a seleção de filmes que integra a edição:

FILME DE ABERTURA 

Belish, de R. J. Cutler (EUA) 

LONGA-METRAGEM 

40 Years a Prisoner, de Tommy Oliver (EUA)  

Ammonite, de Francis Lee (Reino Unido) 

And Tomorrow the Entire World (Und morgen die ganze Welt), de Julia von Heinz (Alemanha) 

Any Crybabies Around? (Naku Ko wa Ineega), de Sato Takuma (Japão) 

Apples, de Mila Christos Nikou (Grécia, Polônia, Eslovaquia) 

Bad Hair, de Justin Simien (EUA) 

Becoming Mona (Kom hier dat ik u kus Sabine Lubbe Bakker), Niels van Koevorden (Países Baixos, Bélgica) 

Casa de Antiguidades, de João Paulo Miranda (Brasil, França) 

Careless Crime (Jenayat-e bi deghat), de Shahram Mokri (Irã) 

Charlatan, de Agnieszka Holland (República Tcheca, Irlanda, Polônia, Eslováquia) 

City So Real, de Steve James (EUA) 

The Columnist (De Kuthoer), de Ivo van Aart (Países Baixos) 

The Comeback (Recansh), de Patrik Eklund (Suécia) 

The Dark and the Wicked, de Bryan Bertino (EUA)  

David Byrne’s American Utopia, de Spike Lee (EUA)  

Days (Rizi), de Tsai Ming-Liang (Taiwan)  

Dear Comrades! (Dorogie Tovarischi!), de Andrei Konchalovsky (Rússia) 

Farewell Amor, de Ekwa Msangi (EUA)  

Finding Yingying, de Jiayan “Jenny” Shi (EUA)  

Fireball: Visitors from Darker Worlds, de Werner Herzog e Clive Oppenheimer (EUA, Reino Unido) 

For Madmen Only, de Heather Ross (EUA)  

Gaza Mon Amour, de Tarzan & Arab Nasser (Palestina, França, Alemanha, Portugal, Catar)  

I Am Greta, de Nathan Grossman (Suécia)  

I’m Your Woman, de Julia Hart (EUA)  

Kubrick by Kubrick (Kubrick par Kubrick), de Gregory Monro (França, Polônia) 

Little Girl (Petite Fille), de Sébastien Lifshitz (França)  

Mama Gloria, de Luchina Fisher (EUA)  

MLK/FBI, de Sam Pollard (EUA) 

Nova Ordem (New Order/Nuevo orden), de Michel Franco (México, França) 

Night of the Kings (La nuit des rois), de Philippe Lacôte (Costa do Marfim, França, Canadá, Senegal) 

Notturno, de Gianfranco Rosi (Itália, França, Alemanha) 

Of Fish and Men (Von Fischen und Menschen), de Stefanie Klemm (Suíça) 

One Night in Miami, de Regina King (EUA) 

Padrenostro, de Claudio Noce (Itália)  

Preparations to Be Together for an Unknown Period of Time (Felkészülés meghatározatlan ideig tartó együttlétre), de Lili Horvát (Hungria) 

The Prophet and the Space Aliens, de Yoav Shamir (Israel, Áustria) 

The Reason I Jump, de Jerry Rothwell (EUA, Reino Unido) 

The Road Up, de Greg Jacobs & Jon Siskel (EUA)  

Schoolgirls (Las Niñas), de Pilar Palomero (Espanha) 

Sleep Schlaf, de Michael Venus (Alemanha) 

The Special (Especial), de Ignacio Márquez (Venezuela, EUA) 

Spring Blossom (16 Printemps), de Suzanne Lindon (França) 

Striding into the Wind (Ye Ma Fen Zong), de Wei Shujun (China) 

Summer of ’85 (Été 85), de François Ozon (França) 

Sweat, de Magnus von Horn (Polônia, Suécia) 

Sylvie’s Love, de Eugene Ashe (EUA) 

There Is No Evil (Sheytan vojud nadarad), de Mohammad Rasoulof (Alemanha, República Checa, Irã) 

Things We Dare Not Do (Cosas que no hacemos), de Bruno Santamaria (México) 

The Ties, de Daniele Luchetti (França, Itália) 

‘Til Kingdom Come, de Maya Zinshtein (Israel, Reino Unido) 

Transoceánicas, de Meritxell Colell & Lucia Vassallo (Espanha, Argentina) 

True Mothers (Asa ga Kuru), de Naomi Kawase (Japão) 

Twilight’s Kiss (Suk Suk), de Ray Yeung (Hong Kong)  

Under the Open Sky (Subarashiki Sekai), de Nishikawa Miwa (Japão) 

Undine, de Christian Petzold (Alemanha, França) 

The Woman Who Ran (Domangchin yeoja), de Hong Sang-soo (Coréia do Sul) 

CURTA-METRAGEM

-Ship: A Visual Poem, de Terrance Daye (EUA) 

Bella, de Thelyia Petraki (Grécia) 

Blocks, de Bridget Moloney (EUA) 

Buzzkill, de Kathy E. Mitrani (EUA) 

The Chimney Swift (Der Schornsteinsegler), de Frédéric Schuld  (Alemanha) 

Comrades (Sau Zuk), de Kanas Liu (Hong Kong) 

David, de Zach Woods (EUA) 

The Doe (La Biche), de Jennifer Lumbroso (França)  

The End of Suffering (a proposal), de Jacqueline Lentzou (Grécia)  

The Ephemeral Orphanage, de Lisa Barcy (EUA)  

Ethereality, de Kantarama Gahigiri (Suíça/Ruanda)  

The Fabric of You, de Josephine Lohoar Self (Reino Unido) 

 Flick, de Ariel Zengotita (EUA)  

Gramercy, de Jamil McGinnis, Pat Heywood (EUA)  

Grizzlies, de Alex Heller (EUA)  

Heaven Reaches Down to Earth (Legodimo Le Kopana Le Lefatshe), de Tebogo Malebogo (África do Sul)  

Homeless Home, de Alberto Vázquez (Espanha, França) 

How to Disappear, de Robin Klengel, Leonhard Müllner, Michael Stumpf (Áustria)  

Huntsville Station, de Jamie Meltzer, Chris Filippone (EUA)  

The Last Day of Autumn (Le dernier jour d’automne), de Marjolaine Perreten (Suíça, Bélgica, França) 

Laura Hasn’t Slept, de Parker Finn (EUA)  

Listening In (HaMa’azin), de Omer Sterenberg (Israel)  

Look Then Below, de Ben Rivers (EUA)  

Melting Heart Cake (Cœur Fondant), de Benoît Chieux (França)  

My Exercise (マイエクササイズ), de Atsushi Wada (Japão) 

A Mystery to Me, de Ben Strang (EUA) 

Nightingale, de Jasper de Bruin (Países Baixos) 

O Black Hole!, de Renee Zhan (Reino Unido) 

One Stormy Night, de Eine Stuermische Nacht Gil Alkabetz (Alemanha) 

Patois, de Andre Muir, Danielle Alston (EUA)  

Pegasus, de Orlando Leroi (EUA)  

Pilar, de Yngwie Boley, J.J. Epping, Diana van Houten (Países Baixos, Bélgica) 

Play Schengen, de Gunhild Enger (Noruega) 

The Price of Cheap Rent, de Amina Sutton, Maya Tanaka (EUA) 

Radia, de Erica Beebe (Marrocos, Reino Unido) 

Regret, de Santiago Menghini (Canadá) 

The Reversal, de Jennifer Boles (EUA) 

Sacred Brick Technology, de Ian Bertorelli (EUA) 

Shorts 1: What We’re Made Of (City and State) Vários Artistas (EUA) 

Shorts 2: Disconnect the Dots (Animation) Vários Artistas (França, Alemanha, Portugal, Espanha, Países Baixos, Reino Unido) 

Shorts 3: A Creeping Chill (After Dark) Vários Artistas (Canadá, França, Países Baixos, EUA) 

Shorts 4: The World As We Know It (Documentary) Vários Artistas (Áustria, Hong Kong, Marrocos, Polônia, Reino Unido, EUA) 

Shorts 5: The Life of the Mind (DramaVários Artistas (Grécia, Irã, Israel, Laos, Emirados Árabes Unidos, EUA, Vietnã) 

Shorts 6: It Hurts to Laugh (Comedy) Vários Artistas (Canadá, Estônia, Macedônia, Noruega, EUA) 

Shorts 7: Evidence of Things Unseen (Black Perspectives) Vários Artistas (Ruanda, África do Sul, Suíça, EUA) 

Shorts 8: Realms Unknown (Experimental) Vários Artistas (Bélgica, Grécia, Rússia, EUA) 

Shorts 9: Daydreams (Family-Friendly Animation) Vários Artistas (Bélgica, Brasil, França, Japão, Espanha, Suíça, EUA) 

Somewhere in Time (مكان في الزمن), de Nawaf Al Janahi (Emirados Árabes Unidos) 

Souvenir, de Vilches Estella, Paloma Canonica (Espanha) 

Spotted Yellow (Zarde khaldar), de Baran Sarmad (Irã)

Step Into the River (He Na), de Weijia Ma (China, França) 

Sticker, de Georgi M. Unkovski (Macedônia) 

Stump the Guesser, de Guy Maddin, Evan Johnson, Galen Johnson (Canadá) 

Sun Dog, de Dorian Jespers (Bélgica, Rússia) 

Swipe Up, Vivian!, de Hannah Welever (EUA) 

They Salivate (Ils salivent), de Ariane Boukerche (França) 

Tie, de Elo Alexandra Ramires (Portugal, França) 

To: Gerard, de Taylor Meacham (EUA) 

Umbrella, de Helena Hilario e Mario Pece (Brasil) 

The Unseen River (Giòng Sông Không Nhìn Thay), de Phạm Ngọc Lân (Vietnã, Laos) 

 Virago, de Kerli Kirch Schneider (Estônia) 

We Have One Heart, de Katarzyna Warzecha (Polônia) 

When I Write It, de Nico Opper, Shannon St. Aubin (EUA) 

When Two or Three, de Carmine Grimaldi (EUA) 

Why Slugs Have No Legs, de Aline Höchli (Suíça) 

ENCERRAMENTO 

Nomadland, de Chloé Zhao (EUA) 

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Estudante de psicologia e fascinada pelo audiovisual. Acredita que o cinema seja uma arte de teor político que dá voz a quem não é ouvido. Gosta de conhecer novas culturas e acredita que o cinema seja a melhor forma para isso, expandindo assim a visão de mundo dentro se sua limitada realidade.