9º Olhar de Cinema | Confira a programação do Festival Internacional de Curitiba, que terá cobertura do Quarta Parede POP

Do dia 07 ao dia 15 de outubro irá ocorrer a 9ª edição do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba. Realizado desde 2012 na cidade de Curitiba (PR), o festival que teve como festival enfoque inicial o cinema independente, já exibiu mais de 800 filmes durante seus 9 anos para um público maior que 130 mil pessoas.

Priorizando o cinema brasileiro, com foco no cinema paranaense, o festival destaca filmes com propostas estéticas inventivas, envolventes e com comprometimento temático abrangendo longas que possuem abordagens relevantes, com inquietações contemporâneas acerca do micro universo cotidiano de relacionamentos, até interpretações e posicionamentos sobre política e economia mundial. 

Com um grande número de mostras, o evento possui seções dedicadas ao cinema nacional, estrangeiro, diretores que se destacam com a proposta do evento, bem como mostras dedicadas a restauração de grandes clássicos. Além disso o evento Olhar de Cinema também se preocupa com a formação de seu público, oferecendo uma série de seminários, oficinas e laboratórios voltados para a produção audiovisual. 

Ocorrendo de forma online no ano de 2020, o Olhar de Cinema disponibilizou em seu site, além dos filmes exibidos, o passo a passo para ter acesso a vasta programação deste ano. Os filmes exibidos possuem dias específicos de exibição. Além disso, ficam disponíveis das 6h do dia de exibição até as 5h59 do dia seguinte. Todos os filmes falados em língua estrangeira possuem legenda em português e podem ser adquiridos no site pelo valor de R$5,00 cada. Para mais informações, acesse o site do Olhar de Cinema.

O Olhar de Cinema, possuindo grande preocupação em atender às necessidades do seu público, também disponibiliza uma série de filmes com acessibilidade disponível, voltada principalmente, para pessoas que possuam algum tipo de deficiência, longas com acesso a libras, audiodescrição e closed caption. Dentre eles o longa de abertura Para Onde Voam as Feiticeiras e um dos mais aguardados do festival, Cabeça de Nêgo. 

Confira abaixo a programação do festival que terá cobertura do Quarta Parede POP este ano: 

FILME DE ABERTURA 
Para Onde Voam as Feiticeiras’, de Eliane Caffé, Carla Caffé, Beto Amaral (Brasil) 

FILME DE ENCERRAMENTO 
‘Antena da Raça’, de Paloma Rocha, Luís Abramo (Brasil) 

FOCO (mostra que destaca o trabalho de um/a novo/a autor/a, ainda não conhecido/a ou ao menos pouco visto/a no circuito de festivais brasileiros)
‘Mr. Leather’, de Daniel Nolasco (Brasil)
‘Paulistas’, de Daniel Nolasco (Brasil)
‘Vento Seco’, de Daniel Nolasco (Brasil) 

EXIBIÇÕES ESPECIAIS (redescoberta de filmes e um espaço privilegiado para destaques do cinema nacional com filmes em pré-estreias)
Nardjes A.’, de Karim Aïnouz (Argélia, França, Alemanha, Brasil, Catar)
‘O Tango do Viúvo e Seu Espelho Deformador’, de Raúl Ruiz, Valeria Sarmiento (Chile) 

COMPETITIVA (filmes recém chegados ao mundo, ainda inéditos no Brasil, priorizando: equilíbrio entre inventividade, abordagem de temas contemporâneos e potencial de comunicação com o público)
‘A Metamorfose dos Pássaros’, de Catarina Vasconcelos (Portugal)
‘Algo-Rhythm’, de Manu Luksch (Áustria, Senegal, Reino Unido)
‘Chão de Rua’, de Tomás von der Osten (Brasil)
‘Entre Nós Talvez Estejam Multidões’, de Pedro Maia de Brito, Aiano Bemfica (Brasil)
‘Longa Noite’, de Eloy Enciso (Espanha)
‘Los Lobos’, de Samuel Kishi (México)
‘Luz Nos Trópicos’, de Paula Gaitán (Brasil)
‘Na Cabine de Exibição’, de Ra’anan Alexandrowicz (Israel, Estados Unidos)
‘Nasir’, de Arun Karthick (Índia, Holanda, Cingapura)
‘Noite de Seresta’, de Sávio Fernandes, Muniz Filho (Brasil)
‘Noite Perpétua’, de Pedro Peralta (Portugal, França)
‘O Mártir’, de Fernando Pomares (Espanha)
‘O Silêncio do Rio’, de Francesca Canepa (Peru)
‘Panteras’, de Erika Sanchez (Espanha)
‘Telas de Shanzhai’, de Paul Heintz (França)
‘Um Filme Dramático’, de Eric Baudelaire (França)
‘Victoria’, de Sofie Benoot, Liesbeth De Ceulaer, Isabelle Tollenaere (Bélgica) 

NOVOS OLHARES (dedicada a longas-metragens que tem maior radicalidade em suas propostas estéticas e, por isso, flertam com a ventura e o risco de caminhos desconhecidos)
‘Agora’, de Dea Ferraz (Brasil)
‘Letra Maiúscula’, de Radu Jude (Romênia)
‘Los Conductos’, de Camilo Restrepo (Colômbia, França, Brasil)
‘O Ano do Descobrimento’, de Luis López Carrasco (Espanha, Suíça)
‘O Que Resta/Revisitado’, de Clarissa Thieme (Alemanha, Áustria, Bósnia-Herzegovina)
‘Pajeú’, de Pedro Diógenes (Brasil) 

OUTROS OLHARES (diálogo entre filmes ainda inéditos e filmes que já possuem uma trajetória nacional e internacional em festivais e mostras recentes)
‘A Flecha e a Farda’, de Miguel Antunes Ramos (Brasil)
‘Alienígena’, de Jegwang Yeon (África do Sul)
‘As Chamas do Sol’, de Pepe Sapena (Espanha)
‘Botões Dourados’, de Alex Evstigneev (Rússia)
‘Crônica do Espaço’, de Akshay Indikar (Índia)
‘Eu Interior’, de Mohammad Hormozi (Irã)
‘Garotas Crescem Desenhando Cavalos’, de Joanie Wind (Estados Unidos)
‘Manual do Zueiro Sem Noção’, de Joacélio Batista (Brasil)
‘Mary, Mary, So Contrary’, de Nelson Yeo (Cingapura)
‘Memby’, de Rafael Castanheira Parrode (Brasil)
‘O Índio Cor de Rosa Contra a Fera Invisível: A Peleja de Noel Nutels’, de Tiago Carvalho (Brasil)
‘O Reflexo do Lago’, de Fernando Segtowick (Brasil)
‘Oroslan’, de Matjaz Ivanisin (Eslovênia, República Tcheca)
‘Os Meninos Lobo’, de Otávio Almeida (Cuba)
‘Playback. Ensaio de Uma Despedida’, de Agustina Comedi (Argentina)
‘Quem Tem Medo de Ideologia?’, de Marwa Arsanios (Líbano, Síria, Kurdistan)
‘Rafameia’, de Mariah Teixeira, Nanda Félix (Brasil)
‘Responsabilidade Empresarial’, de Jonathan Perel (Argentina)
‘Rios Solitários’, de Mauro Herce (Espanha, França)
‘Sonho Californiano’, de Sreylin Meas (Camboja)
‘Traverser (Após a Travessia)’, de Joël Akafou (França, Bélgica, Burquina Faso)
‘Trouble’, de Mariah Garnett (Estados Unidos, Reino Unido)
‘Visão Noturna’, de Carolina Moscoso Briceño (Chile) 

MIRADA PARANAENSE (panorama da produção audiovisual local, do estado brasileiro do Paraná)
‘A Alma do Gesto’, de Eduardo Baggio, Juslaine Abreu-Nogueira (Brasil)
‘A Mulher que Sou’, de Nathália Tereza (Brasil)
‘Além de Tudo, Ela’, de Pedro Vigeta Lopes, Pâmela Regina Kath, Mickaelle Lima Souza, Lívia Zanuni (Brasil)
‘Aonde Vão os Pés’, de Débora Zanatta (Brasil)
‘Cancha – Domingo é Dia de Jogo’, de Welyton Crestani (Brasil)
‘E no Rumo do Meu Sangue’, de Gabriel Borges (Brasil)
‘Exumação da Arte’, de Maurício Ramos Marques (Brasil)
‘Meia Lua Falciforme’, de Dê Kelm, Débora Evellyn Olimpio (Brasil)
‘Napo, de Gustavo Ribeiro (Brasil)
‘Seremos Ouvidas’, de Larissa Nepomuceno (Brasil) 

OLHARES BRASIL (panorama de curtas e longas-metragens brasileiros com obras inéditas ou que já estiveram em festivais de cinema do Brasil e do mundo)
‘A Morte Branca do Feiticeiro Negro’, de Rodrigo Ribeiro (Brasil)
‘Cabeça de Nêgo’, de Déo Cardoso (Brasil)
‘Canto dos Ossos’, de Jorge Polo, Petrus de Bairros (Brasil)
‘Cavalo’, de Rafhael Barbosa, Werner Salles Bagetti (Brasil)
‘Enraizadas’, de Juliana Nascimento, Gabriele Roza (Brasil)
‘Fakir’, de Helena Ignez (Brasil)
‘Inabitável’, de Matheus Farias, Enock Carvalho (Brasil)
‘Mãtãnãg, a Encantada’, de Shawara Maxakali, Charles Bicalho (Brasil)
‘Minha História é Outra’, de Mariana Campos (Brasil)
‘O Verbo Se Fez Carne’, de Ziel Karapotó (Brasil)
‘Os Últimos Românticos do Mundo’, de Henrique Arruda (Brasil)
‘Sertânia’, de Geraldo Sarno (Brasil)
‘Um Animal Amarelo’, de Felipe Bragança (Brasil, Portugal, Moçambique)
‘YÃMĨYHEX: As Mulheres-Espírito’, de Sueli Maxakali e Isael Maxakali (Brasil)

Acompanhe aqui a cobertura do Olhar de Cinema que irá até o dia 15 de outubro

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Juliana Oliveira

Estudante de psicologia e fascinada pelo audiovisual. Acredita que o cinema seja uma arte de teor político que dá voz a quem não é ouvido. Gosta de conhecer novas culturas e acredita que o cinema seja a melhor forma para isso, expandindo assim a visão de mundo dentro se sua limitada realidade.