Stranger Things | Criadores da série são processados ​​por violação de direitos autorais

A Netflix e os criadores de Stranger Things, Matt e Ross Duffer, estão sendo processados ​​por uma empresa que afirma que a ideia da série foi roubada de um roteiro chamado “Totem”.

De acordo com o processo, aberto na última quarta-feira (15) no tribunal federal da Califórnia, a Irish Rover Entertainment diz que Stranger Things copia muito um roteiro escrito por Jeffrey Kennedy, incluindo enredo, sequência, personagens, tema, diálogo, humor e cenário, bem como arte conceitual com direitos autorais “.

Segundo o TheWrap, no processo, existe a informação de que os dois projetos estão conectados por um homem chamado Aaron Sims, que trabalhou com Kennedy durante seu desenvolvimento. Posteriormente, Sims foi contratado para criar a arte conceitual para as duas primeiras temporadas de da série da Netflix.

Kennedy diz que teve a ideia de “Totem” após a morte de um amigo de infância, Clint Osthimer, que sofria de epilepsia. Ele e o amigo lidaram constantemente com a ameaça do ‘demônio pessoal’ de Osthimer, a epilepsia, que criava ‘chuvas de raios’ em seu cérebro. Essas pancadas de raios ou convulsões o mandariam para um plano sobrenatural alternativo onde o demônio residia.

Outra semelhança no processo diz respeito a um dos personagens da história, uma menina chamada Kimimela ou “Kimi”, que tem poderes sobrenaturais. No roteiro de Kennedy, Kimimela ajuda seus amigos a encontrar o portal para um plano sobrenatural e os ajuda a combater os espíritos sombrios do outro plano. A comparação é feita com a personagem vivida por Millie Bobby Brown, Eleven ou “El”, que também tem poderes sobrenaturais. Ela ajuda seus amigos a encontrar o portal para um plano sobrenatural e os ajuda a cambater Demogorgon e seu exército.

Em 2018, um processo semelhante foi aberto por um homem chamado Charles Kessler, que alegou ter tido a ideia para criar Stranger Things. Ele alega ter apresentado o conceito aos irmãos Duffer em uma festa do Festival de Cinema de Tribeca de 2014. Ele desistiu de seu processo por plágio no dia anterior ao julgamento.

A Irish Rover Entertainment está movendo o processo por violação de direitos autorais e danos não especificados. A Netflix e os criadores da série ainda não se pronunciaram sobre o caso. 

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Carioca, apreciador de filmes e séries em tempo integral, quando o Bernardo (filho dele) deixa. Iniciou sua admiração pela sétima arte com os clássicos da sessão da tarde e se apaixonou pelo mundo das séries quando o Voo 815, da Oceanic, caiu misteriosamente em algum lugar no meio do nada...