Coronavírus: filmes sobre caso Richthofen têm estreia adiada

Os filmes A Menina Que Matou Os Pais e O Menino que Matou Meus Pais, que narram a história do crime da família Von Richthofen a partir dos autos do processo, foi adiado. Os longas chegariam simultaneamente aos cinemas em 2 de abril.

Confira o comunicado oficial à imprensa:

“A saúde e o bem-estar do público são prioritários para a Galeria Distribuidora e a Santa Rita Filmes. Por esta razão, o lançamento dos filmes A MENINA QUE MATOU OS PAIS e O MENINO QUE MATOU MEUS PAIS, sobre o caso Von Richthofen, será adiado pela pandemia de Coronavírus (Covid-19), decretada pela Organização Mundial da Saúde. As empresas estão acompanhando o cenário e, até o momento, mantêm a estreia dos longas em 2020, ainda sem data definida. A Galeria Distribuidora e a Santa Rita Filmes lamentam por qualquer desconforto.”

O produtor, o diretor e os roteiristas tiveram acesso aos autos do processo, nos quais se baseia a história do filme. O filme foi desenvolvido a partir dos depoimentos dos envolvidos no crime. A produção deixa ao público a interpretação dos fatos e das versões.

Os atores e a equipe técnica passaram por treinamento com Ilana Casoy, coautora do roteiro e que acompanhou todo o processo na época do crime, e estava presente na reconstituição e no julgamento. O filme será todo rodado em São Paulo ainda este ano.

Os filmes, que têm roteiro de Ilana Casoy e Raphael Montes, são baseados nos autos do julgamento de Suzane von Richthofen, Daniel e Cristian Cravinhos pelo assassinato dos pais de Suzane, Marísia e Manfred.

Dirigidos por Maurício Eça, os longas têm no elenco: Carla Diaz (Suzane), Leonardo Bittencourt (Daniel Cravinhos), Allan Souza Lima (Cristian Cravinhos) e Kauan Ceglio (Andreas von Richthofen), Leonardo Medeiros (Manfred von Richthofen), Vera Zimmermann (Marísia von Richthofen), Debora Duboc (Nadja Cravinhos), Augusto Madeira (Astrogildo Cravinhos), entre outros. A produção é da Santa Rita Filmes em coprodução com a Galeria Distribuidora e o Grupo Telefilms.

Sinopse: Em 2002, o casal de namorados Suzane von Richthofen e Daniel Cravinhos chocou o Brasil ao se declararem culpados pelo brutal assassinato dos pais de Suzane. Ao longo do julgamento deles, esse caso é revisitado em busca de respostas sobre os motivos do casal para cometer essa atrocidade. Um drama de crime real sobre um dos casos de assassinato mais chocantes do Brasil. Lançados simultaneamente, os dois filmes mostrarão pontos de vista opostos dos assassinos.

  1. Suzane, os irmãos Cravinhos ou qualquer outra pessoa retratada nos filmes não receberão dinheiro da produção, direitos autorais ou terão qualquer tipo de participação no resultado do filme.

  2. Nem a produção, nem os atores dos filmes tiveram qualquer contato com Suzane von Richthofen, Daniel e Cristian Cravinhos.

  3. Os filmes foram produzidos 100% com investimento privado, sem a utilização de verba pública.

  4. Os filmes são uma adaptação cinematográfica, baseados em uma história real, desenvolvida a partir das informações que constam nos autos do processo, em especial nos depoimentos dos envolvidos.

  5. Nenhum dos dois filmes inocenta ou enaltece Suzane e/ou Daniel, assim como também não romantiza ou glamouriza os assassinatos.

  6. A produção não defende nenhum dos lados da história e deixa ao público a interpretação dos fatos e das versões.

  7. São dois filmes de 80 minutos cada, com versões da história totalmente diferentes, que serão lançados no mesmo dia.

  8. “A Menina que Matou os Pais” conta a versão de Daniel Cravinhos, e “O Menino que Matou Meus Pais” conta a versão de Suzane von Richthofen.

  9. Não existe uma ordem correta para assistir aos filmes. Mas a experiência só é completa assistindo a ambos.

  10. Para que todos possam ter a experiência completa assistindo aos dois filmes, teremos valores e promoções especiais que serão divulgados em breve.

 

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Léo Barreto

Carioca, apreciador de filmes e séries em tempo integral, quando o Bernardo (filho dele) deixa. Iniciou sua admiração pela sétima arte com os clássicos da sessão da tarde e se apaixonou pelo mundo das séries quando o Voo 815, da Oceanic, caiu misteriosamente em algum lugar no meio do nada...