Oscar 2020 | Conheça os 93 países que disputam cinco vagas na categoria de Melhor Filme Internacional

O Oscar 2020 nem começou mas já passou por novas mudanças. Dentre elas, a categoria de Melhor Filme Estrangeiro passa a se chamar Melhor Filme Internacional. Esse ano, 93 países submeteram seus representantes à categoria, anunciou na segunda-feira (06) a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.

A lista inclui produções de todos os continentes, exceto a Antártica, e apresenta candidatos do Gana, Nigéria e Uzbequistão pela primeira vez. Dentre os filmes submetidos, os favoritos, até agora, para compor à categoria são: Parasita, de Bong Joon Ho (Coréia do Sul); Dor e Glória, de Pedro Almodóvar (Espanha); Os Miseráveis, de Ladj Ly (França); e Atlantic, de Mati Diop (Senegal).

Entretanto, ainda há outros títulos que podem surpreender devido à trajetória em festivais internacionais como Uma Mulher Alta, de Kantemir Balagov (Rússia); Monos, de Alejandro Landes (Colômbia); A Vida Invisível, de Karim Aïnouz (Brasil) e O Traidor, de Marco Bellocchio (Itália).

De acordo às regras da Academia, para que um filme seja indicado à categoria é necessário ser um longa-metragem (mais de 40 minutos) produzido fora dos Estados Unidos com uma faixa de diálogo predominantemente não inglesa. Uma lista curta de 10 filmes – um a mais do que nos últimos anos – será anunciada em 16 de dezembro. As indicações em todas as categorias serão anunciadas em 13 de janeiro de 2020, e o 92º Oscar será realizado em 9 de fevereiro.

Confira abaixo a lista completa:

• África do Sul: Knuckle City, de Jahmil X.T. Qubeka

• Albânia: The Delegation, de Bujar Alimani

• Alemanha: System Crasher, de Nora Fingscheidt

• Arábia Saudita: The Perfect Candidate, de Haifaa al-Mansour

• Argélia: Papicha, de Mounia Meddour

• Argentina: A Odisseia dos Tontos, de Sebastián Borensztein

• Armênia: Lengthy Night, de Edgar Baghdasaryan

• Austrália: Empuxo, de Rodd Rathjen

• Áustria: Joy, de Sudabeh Mortezai

• Bangdalesh: Alpha, de Nasiruddin Yousuff

• Bielorrúsia: Debut, de Anastasiya Miroshnichenko

• Bélgica: Nossas Mães, de César Díaz

• Bolívia: Tu me manques?, de Rodrigo Bellott

• Bósnia e Herzegovia: The Son, de Ines Tanović

• Brasil: A Vida Invisível, de Karim Aïnouz

• Bulgária: Ága, de Milko Lazarov

• Camboja: In the Life of Music, de Caylee So, Sok Visal

• Canadá: Antigone, de Sophie Deraspe

• Cazaquistão: Kazakh Khanate – Golden Throne, de Rustem Abdrashev

• Chile: Spider, de Andrés Wood

• Colômbia: Monos, de Alejandro Landes

• Coréia do Sul: Parasita, de Bong Joon-ho

• Costa Rica: El Despertar de las Hormigas, de Antonella Sudasassi

• Croácia: Mali, de Antonio Nuić

• Cuba: O Tradutor, de Rodrigo Barriuso, Sebastián Barriuso

• Dinamarca: Rainha de Copas, de May el-Toukhy

• Egito: Rosas Venenosas, de Fawzi Saleh

• Equador: The Longest Night, de Gabriela Calvache

• Eslováquia: Let There Be Light, de Marko Škop

• Eslovênia: History of Love, de Sonja Prosenc

• Espanha: Dor e Glória, de Pedro Almodóvar

• Estônia: Truth and Justice, de Tanel Toom

• Etiópia: Running Against the Wind, de Jan Philipp Weyl

• Filipinas: Verdict, de Raymund Ribay Gutierrez

• Finlândia: Stupid Young Heart, de Selma Vilhunen

• França: Les Misérables, de Ladj Ly

• Gana: Azali, de Kwabena Gyansah

• Geórgia: Shindisi, de Dito Tsintsadze

• Grécia: When Tomatoes Met Wagner, de Marianna Economou

• Holanda: Instinct, de Halina Reijn

• Hong kong: The White Storm 2 – Drug Lords, de Herman Yau

• Hungria: Those Who Remained, de Barnabás Tóth

• Islândia: A White, White Day, de Hlynur Pálmason

• Índia: Gully Boy, de Zoya Akhtar

• Indonésia: Memories of My Body, de Garin Nugroho

• Irã: Finding Farideh, de Kourosh Ataee, Azadeh Moussavi

• Irlanda: Gaza, de Garry Keane, Andrew McConnell

• Israel: Incitement, de Yaron Zilberman

• Itália: O Traidor, de Marco Bellocchio

• Japão: Weathering with You, de Makoto Shinkai

• Kosovo: Zana, de Antoneta Kastrati

• Letônia: The Mover, de Dāvis Sīmanis

• Líbano: 1982, de Oualid Mouaness

• Lituânia: Bridges of Time, de Audrius Stonys

• Luxemburgo: Tel Aviv em Chamas, de Sameh Zoabi

• Macedônia do norte: Honeyland, de Tamara Kotevska, Ljubomir Stefanov

• Marrocos: Adam, de Maryam Touzani

• México: A Camareira, de Lila Avilés

• Montenegro: Neverending Past, de Andro Martinovic

• Nepal: Bulbul, de Binod Paudel

• Nigéria: Lionheart, de Genevieve Nnaji

• Noruega: Cavalos Roubados, de Hans Petter Moland

• Palestina: O Paraíso Deve Ser Aqui, de Elia Suleiman

• Panamá: Everybody Changes, de Arturo Montenegro

• Paquistão: Laal Kabootar, de Kamal Khan

• Peru: Caixa de Recordações, de Alvaro Delgado-Aparicio

• Polônia: Corpus Christi, de Jan Komasa

• Portugal: A Herdade, de Tiago Guedes

• Quênia: Subira, de Ravneet Sippy Chadha

• Quirguistão: Aurora, de Bekzat Pirmatov

• República Dominicana: The Projectionist, de José María Cabral

• República Tcheca: O Pássaro Pintado, de Václav Marhoul

• Romênia: The Whistlers, de Corneliu Porumboiu

• Rússia: Uma Mulher Alta, de Kantemir Balagov

• Senegal: Atlantics, de Mati Diop

• Sérvia: King Peter of Serbia, de Petar Ristovski

• Singapura: Uma Terra Imaginada, de Yeo Siew Hua

• Suécia: And Then We Danced, de Levan Akin

• Suíca: Wolkenbruch’s Wondrous Journey Into the Arms of a Shiksa, de Michael Steiner

• Tailâbdia: Inhuman Kiss, de Sitisiri Mongkolsiri

• Taiwan: Querido Ex, de Mag Hsu, Hsu Chih-yen

• Tunísia: Meu Querido Filho, de Mohamed Ben Attia

• Turquia: Commitment, de Semih Kaplanoğlu

• Ucrânia: Homeward, de Nariman Aliev

• Uganda: Kony: Order from Above, de Steve T. Ayeny

• Uruguai: The Moneychanger, de Federico Veiroj

• Uzbequistão: Hot Bread, de Umid Khamdamov

• Venezuela: Eu, Impossível, de Patricia Ortega

• Vietnã: Furie, de Lê Văn Kiệt

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Juliana Oliveira

Estudante de psicologia e fascinada pelo audiovisual. Acredita que o cinema seja uma arte de teor político que dá voz a quem não é ouvido. Gosta de conhecer novas culturas e acredita que o cinema seja a melhor forma para isso, expandindo assim a visão de mundo dentro se sua limitada realidade.