HQs são uma fonte inesgotável de conteúdo, diz criador de ‘O Doutrinador’

Em vídeo de bastidores (veja abaixo) do filme O Doutrinador, o autor Luciano Cunha – criador da HQ homônima – conta que o personagem nasceu de sua indignação em relação à classe política brasileira. “O Doutrinador é minha revolta contra esses caras que são o atraso do país, ele simboliza de alguma maneira querer combater a corrupção”, explica o quadrinista. Ele comemora o fato de a indústria do audiovisual reconhecer que os quadrinhos são uma fonte inesgotável de conteúdo e fica feliz por participar e inaugurar esse processo no Brasil.

“O Doutrinador” é um anti-herói no melhor estilo dos vigilantes dos quadrinhos. Miguel (kiko Pissolato) é um agente federal altamente treinado que vive num Brasil cujo governo foi sequestrado por uma quadrilha de políticos e empresários. Uma tragédia pessoal o leva a eleger a corrupção endêmica brasileira como sua maior inimiga. E ele começa a se vingar da elite política brasileira em pleno período de eleições presidenciais, numa cruzada sem volta contra a corrupção.

Sob a direção de Gustavo Bonafé (“Legalize Já” e “Chocante”) e codireção de Fabio Mendonça (“A Noite da Virada”), o longa chega aos cinemas com nomes no elenco como Eduardo Moscovis, Marília Gabriela, Helena Ranaldi, Tainá Medina, Carlos Betão, Samuel de Assis e Tuca Andrada.

O Doutrinador estreia dia 1º de novembro nos cinemas.

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Léo Barreto

Carioca, apreciador de filmes e séries em tempo integral, quando o Bernardo (filho dele) deixa. Iniciou sua admiração pela sétima arte com os clássicos da sessão da tarde e se apaixonou pelo mundo das séries quando o Voo 815, da Oceanic, caiu misteriosamente em algum lugar no meio do nada...