American Gods | Showrunners Bryan Fuller e Michael Green deixam a série

Os showrunners Bryan Fuller e Michael Green estão deixando a série American Gods, do canal Starz. De acordo com Variety, os criadores e produtores executivos da série entraram em um impasse com a produtora FremantleMedia, por conta de questões de orçamento e direção criativa. Ainda não há nenhum nome para substituí-los.

Segundo a publicação, os também roteiristas Fuller e Green afirmaram ter buscado um aumento no orçamento da série para a segunda temporada. Fontes próximas à produção disseram que o custo por episódio para American Gods, na segunda temporada, já é de quase US$ 10 milhões. Esta é a segunda vez que Fuller deixa um projeto. Há um ano, ele também abandonou o cargo de showrunner da série Star Trek: Discovery, da CBS, por conta de atrasos na produção.

American Gods adapta o livro homônimo do autor Neil Gaiman. O drama fantasioso foi renovado pelo Starz para uma segunda temporada em maio. Além de Fuller e Green, Craig Cegielski e Stefanie Berk também são produtores executivos junto com David Slade, Adam Kane e o próprio Neil Gaiman.

A série acompanha Shadow Moon (Ricky Whittle), um homem que cumpre três anos de prisão. Faltando poucos dias até o fim de sua sentença, Shadow acaba sendo liberado inesperadamente depois que sua amada esposa, Laura (Emily Browning), é morta. Posteriormente, Shadow encontra-se ao lado de um homem chamado Wednesday (Ian McShane), que lhe oferece um emprego.

Ian McShane e Ricky Whittle em “American Gods” (Starz – Divulgação)

Em primeira instância, Wednesday parece ser nada mais que um trapaceiro que precisa de Shadow como guarda-costas. Wednesday está trilhando seu caminho pelos EUA, reunindo todos os velhos deuses, que agora se incorporaram na vida americana, para enfrentar os novos deuses, incluindo os relacionados a mídia e tecnologia, que estão se fortalecendo.

Confira a crítica da primeira temporada.


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Carioca, apreciador de filmes e séries em tempo integral, quando o Bernardo (filho dele) deixa. Iniciou sua admiração pela sétima arte com os clássicos da sessão da tarde e se apaixonou pelo mundo das séries quando o Voo 815, da Oceanic, caiu misteriosamente em algum lugar no meio do nada...

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